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- 03/10/2013
PSDB assesta a mira e prepara carga total contra o PT
Se ainda há quem duvide da carga nacional implacável e sem tréguas que o PSDB começa a promover contra o PT e os petistas do Oiapoque ao Chuí, basta folhear as páginas de alguns dos jornais mais lidos do País e, se necessário, conferir o que andam publicando os blogueiros de crédito. Aqui em Mato Grosso do Sul, algumas expectativas criadas na antevéspera da temporada sucessória começam a instigar a capacidade de previsão dos melhores analistas e observadores de plantão.

Uma dessas expectativas tenta antever o que virá no horizonte (im)previsível do colóquio entre o senador Delcídio Amaral (PT) e o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB). Há apenas um início de conversa? Ou o bate-papo já avançou mais do que possa supor nossa vã e medíocre filosofia especulativa? Bem, que responda quem quiser e conforme a leitura que faz. Modesta e precavidamente, deduzo que deste mandiocal não sai farinha.

As afinidades que juntam Delcídio e Azambuja são as mesmas que os separam. E nessa balança-mas-não-cai a conjuntura nacional se impõe, reforçada pelo viés programático-estatutário do PT e pela razão de ser da sobrevida petista no Planalto. Política é arte de conviver e de divergir entre iguais e diferentes, pois não? Aí está a presidenta Dilma Roussef, ex-guerrilheira que se desarmou nas mãos e no coração para ser magistrada no comando do País governando com centristas, direitistas, reformistas, anticomunistas, até mesmo neoliberais e humoristas.

E Dilma faz um bom governo, em certas quadras melhor mesmo que o de Lula, de acordo com as pesquisas insuspeitas de opinião pública até agora publicadas por encomenda de pessoas e instituições de peso nacional, algumas, inclusive, ansiosas para ver a presidenta ardendo na fogueira da impopularidade. O tiroteio ao redor, portanto, procura acertar um alvo capaz de fragilizar a presidenta e arrancar dela a aura do favoritismo absoluto para 2014. E de onde partem os disparos mais poderosos e impactantes? Do PSDB, sem dúvida alguma.

PRÓS E CONTRAS - Para quem já se convenceu dos prós de uma aliança entre Delcídio e Azambuja (ou seria melhor, entre PT e PSDB), faz-se necessário conferir as incontáveis peças do rosário de incompatibilidades que fecham o caminho do casamento para as duas legendas em Mato Grosso do Sul. Neste pedaço do Brasil, petistas e tucanos, militantes de partidos nacionais, estão na mesma estrada por onde trafegam, em rota de colisão, os interesses conjunturais de cada um.

Já se disse que o PSDB de Aécio Neves poderia, no frigir dos ovos, render-se ao custo-benefício da eleição de um tucano para a vaga destinada a Mato Grosso do Sul. Na frigideira, nesse caso, a fritura consumiria a perspectiva do partido de disputar o Governo em 2014. Troca boa para o tucanato, que para alçar Azambuja ao Senado abasteceria a marcha de um petista rumo ao Governo. Não, o custo-benefício seria desastroso para o PT como partido nacional, ainda que com a hipótese de recuperar o comando administrativo de um Estado. Governador não vota na Praça dos Três Poderes e quem sabe quantos congressistas a base governista elegerá.

Contudo, é oportuno prestar atenção na redobrada carga que o PSDB enceta neste final de ano para entrar tinindo com o discurso oposicionista no período sucessório. É artilharia total, pesada e implacável, contra o PT e tudo que, na visão tucana, implique benefício aos petistas. Parte desse arsenal já está na mídia. É só checar.

Exemplo 1: o deputado federal Reinaldo Azambuja apresentou um projeto de lei para extinguir os embargos infringentes do Supremo Tribunal Federal. Ou seja: é mais uma bala no canhão moralista e ético com que o partido da ave de bico longo e vôo curto pretende alvejar Dilma e dilmistas, PT e petistas.

Exemplo 2: o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), acionou a Procuradoria Geral da República (PGR) para investigar o uso de critérios políticos na escolha de beneficiados do programa “Minha Casa, Minha Vida”, menina dos olhos do governo federal. É mais um recurso bélico parra o front tucano na guerra eleitoral.

Exemplo 3: o PSDB, Aécio Neves à frente, festeja a permanência de José Serra no partido e intensifica desde agora a mobilização no País para atacar o PT. E já se sabe que uma das táticas iniciais do enfrentamento será o disparo conjunto, por todos os diretórios estaduais, dos petardos contra o PT e todos os candidatos comprometidos com a reeleição de Dilma. Que, desta vez, quer um presente especial do seu partido em terras guaicurus: vingar-se da derrota que sofreu para José Serra em Mato Grosso do Sul nas eleições de 2010. No segundo turno foi 55,13% para Serra e 44,87% para Dilma. E o senador terá a grande chance para o PT ir à forra.

Fonte: MS Notícias

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