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- 03/03/2011
Jobs sobe ao palco para lançar o iPad 2
A segunda versão do iPad, lançada nesta quarta-feira em São Francisco (EUA), é exatamente como todos esperavam — ganhou duas câmeras e capacidade de processamento e perdeu espessura e peso. Ao contrário do tablet original, recebido com estranhamento no ano passado por quem achava que ele era apenas um iPhone gigante, a aparência ou características do iPad 2 não surpreenderam. Como esperado, o tablet da Apple agora vem em design bem mais fino e com a traseira arrendondada.

Seus detalhes técnicos já eram bem conhecidos por quem acompanha a cobertura da imprensa de tecnologia, que desde o fim do ano passado vinha colecionando rumores do anúncio, todas sopradas por “fontes anônimas”, algumas da própria Apple.

As duas câmeras, uma na frente e outra atrás do aparelho, estão lá, assim como um novo e mais rápido chip, o proprietário A5, que trabalhará em parceria com um processador dual core para melhorar o desempenho gráfico do equipamento. A carcaça perdeu peso e ficou 33% mais fina, passando de 13,4 milímetros para 8,8 milímetros.

O produto final ganhou também uma versão branca e deve chegar às lojas norte-americanas em 11 de março (e em 25 de março em países da Europa, México, Canadá, Japão, Nova Zelândia e Austrália). A opção mais barata seguirá com o mesmo preço de US$ 499. No Brasil, o preço oficial do primeiro iPad, que era de R$ 1.650, foi reduzido na loja da Apple brasileira logo após o anúncio de Jobs, passando a custar R$ 1.400.

A descrição foi anunciada como novidade, mas ela já havia sido mais do que antecipada e praticamente dissecada nas semanas anteriores ao anúncio da Apple, principalmente porque concorrentes como a Samsung e a Motorola (entre muitos outros) lançaram dispositivos Android que não ficam atrás nem do velho e nem do novo iPad nas especificações técnicas.


Steve Jobs

A surpresa ficou por conta do apresentador do evento. Tim Cook, o atual responsável pelas operações da Apple desde a licença médica do CEO e fundador Steve Jobs, sequer apareceu no palco.

Ao contrário do que quase todos imaginavam, Steve Jobs fez uma pausa na sua licença médica, causada por um câncer pancreático que enfrenta desde 2008, e mais uma vez foi o responsável por adornar a novidade como “genial” e descartar as inovações dos vizinhos — as marcas Samsung, Motorola, HP, RIM e até o slogan do sistema operacional do Google, o Android Honeycomb, apareceram em um slide que os chamava de “copycats“, cópias de hardware e conceito, insulto que Jobs reafirmou logo depois:

“Tivemos um primeiro ano excepcional. E 2011, como será? Todos terão um tablet. Será o ano das cópias? Se nós não fizéssemos nada, talvez. Mas eu pessoalmente acho que não”, provocou o fundador da Apple, logo antes de desfilar os números do primeiro ano do tablet. Quinze milhões de unidades foram vendidas, o que rendeu US$ 9,5 bilhões para o caixa da empresa.

Jobs também mostrou as qualidades da segunda geração, que ganhou também uma entrada HDMI, um giroscópio (sensor de movimento no próprio eixo), e um sistema operacional (o iOS versão 4.3 será liberado para rodar no novo hardware). O quinto iPhone ficou para depois.


Futuro em jogo

A presença de Jobs, surpreendente e esperada ao mesmo tempo, se deve principalmente a situação que a Apple vem vivendo com desde que o CEO anunciou a sua ausência temporária em 17 de janeiro. Tim Cook recentemente participou de uma reunião privada de acionistas da Apple e enfrentou críticas de alguns deles, que esperavam que a Apple divulgasse um plano de sucessão para o cargo de Jobs.

Há uma semana, quando Jobs jantou com o presidente norte-americano, Barack Obama, e outros chefões da tecnologia, o fundador da Apple chamou atenção por aparecer mais magro, mas nesta quarta-feira ele não estava muito diferente de suas apresentações anteriores — usar a mesma roupa, o mesmo cenário e as mesmas músicas dos Beatles no fundo ajudam muito, é verdade.

A intenção foi a de acalmar o mercado mostrando disposto e empolgado como sempre, uma vez que as ações da Apple são afetadas ao menor sinal de piora no seu estado de saúde. Se no passado a Apple se antecipou e inaugurou o nicho dos tablets, conseguindo com isso dominar 90% desse mercado em 2010, o ano de 2011 certamente não será tão confortável com rivais como o Xoom, da Motorola, ou o novo Galaxy Tab, da Samsung.

O começo do ano foi dominado pelo lançamento de uma enorme quantidade de dispositivos equipados com Android, do Google, que vem apostando pesado também em smartphones — com a plataforma Gingerbread — e tablets (o seu sistema Honeycomb foi desenhado para eles).

De certa forma, foi o mercado que exigiu que a Apple mostrasse um novo iPad. Steve Jobs cumpriu o papel de se gabar do iPad e espezinhar o Android, que vem se tornando onipresente entre as outras empresas de hardware, sedentas por um sucesso como o do primeiro tablet de nova geração há ser lançado – também por Jobs – em fevereiro do ano passado.

Fonte: Globo.com

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